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	<title>Jogada do Mês &#187; Voleibol</title>
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		<title>FC Porto conquistou a Supertaça de Voleibol no feminino</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Voleibol]]></category>
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		<category><![CDATA[Pavilhão Desportivo Municipal de Santo Tirso]]></category>
		<category><![CDATA[Sporting de Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Supertaça Feminina]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50575" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/10/Voleibol-SupertaçaFeminina-03-10-20261.jpg"><img class="size-medium wp-image-50575 " alt="Voleibol-SupertaçaFeminina-03-10-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/10/Voleibol-SupertaçaFeminina-03-10-20261-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FP Voleibol</p></div>
<p>O FC Porto venceu por 3-1 (25-18, 23-25, 25-17 e 25-19), o Sporting de Braga e ergueu o primeiro troféu do seu historial na Supertaça Feminina num Pavilhão Desportivo Municipal de Santo Tirso quase lotado.<span id="more-50573"></span></p>
<p>O duelo, marcado por grande equilíbrio nos momentos iniciais e momentos de elevado nível técnico, acabou por consagrar as azuis e brancas, campeãs nacionais em título, num espetáculo de alto nível.</p>
<p>Com um serviço agressivo e solidez no bloco, a equipa comandada por Miguel Coelho assumiu o controlo inicial. Contudo, a resposta das bracarenses, orientadas por João Santos, não tardou. No quarto e decisivo set, o FC Porto manteve a serenidade nos momentos de maior pressão, garantiu eficácia nas transições ofensivas e fechou a partida com uma exibição categórica.</p>
<p>As portistas Caylen Alexander e Saska Durovic, respetivamente com 21 e 17 pontos, foram as melhores pontuadoras do jogo, enquanto Gabriela Coelho, com 15 pontos, foi a jogadora bracarense mais concretizadora.</p>
<p>No final do encontro, os treinadores de ambas as equipas reagiram à partida com perspetivas distintas, tendo Miguel Coelho (FC Porto), começado por destacar a superioridade dos dragões ao longo da partida, considerando que “foi um jogo disputado, onde o Porto foi melhor, e até se calhar conseguíamos ter ganho, com todo o respeito pelo Braga, por 3-0”.</p>
<p>O técnico azul e branco admitiu alguns erros pontuais cometidos no segundo set, mas fez questão de enaltecer o trabalho tático desenvolvido durante a semana, destacando a eficácia no serviço e no ataque e reforçando que foram melhores “em todas as ações do jogo”.</p>
<p>Visivelmente satisfeito com a moldura humana no pavilhão, Miguel Coelho classificou o ambiente nas bancadas como “incrível”, agradecendo o apoio dos adeptos do FC Porto que fez a equipa sentir-se a “jogar no Dragão”. Quanto ao facto de ser o primeiro triunfo a solo da história do clube na competição, o técnico lembrou que “os títulos dão muito trabalho a ganhar”, apontando desde logo o foco para as próximas competições da época: “temos de festejar este e depois apontar agora para o campeonato e depois para a Taça”.</p>
<p><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/10/Voleibol-SupertaçaFeminina-03-10-2026.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50574" alt="Voleibol-SupertaçaFeminina--03-10-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/10/Voleibol-SupertaçaFeminina-03-10-2026-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a>João Santos, técnico do Sporting Braga, lamentou os condicionalismos que afetaram a sua equipa no período de preparação, afirmando que “acho que este jogo, honestamente, está condicionado desde a semana passada, desde o torneio de Lamego, em que uma falta de responsabilidade de uma jogadora do Benfica tirou-nos uma das peças-chave deste jogo”.</p>
<p>O treinador explicou que a semana de treinos foi atípica para procurar alternativas perante um plantel mais curto do que o do adversário, mas destacou a entrega das suas atletas: “independentemente disso, acho que lutámos com as armas que tínhamos, acho que fizemos um bom jogo, ainda conseguimos meter um set”.</p>
<p>João Santos concluiu afirmando estar “muito orgulhoso do que fizemos aqui” e projetou a nova temporada com otimismo, prevendo “o melhor campeonato de sempre, novamente, com todas as equipas a reforçarem-se” e antecipando uma prova “disputada até ao fim”.</p>
<p>A Supertaça Feminina voltou a colocar o voleibol nacional em plano de destaque, reunindo em Santo Tirso duas das principais forças da modalidade em Portugal.</p>
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		<title>França travou Portugal no Europeu de Voleibol de 2026</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 02:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Voleibol]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção nacional de voleibol encerrou a participação no Campeonato da Europa ao ser eliminada nos oitavos de final frente à França, atual bicampeã olímpica e campeã europeia em 2015, com uma derrota por 3-0 (parciais de 25-21, 25-22 e 25-21) em Sófia.<span id="more-50374"></span></p>
<div id="attachment_50375" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-21-09-20261.jpg"><img class="size-medium wp-image-50375 " alt="Voleibol-Europeu-21-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-21-09-20261-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Apesar do desfecho, a equipa das quinas consolidou o seu estatuto de relevo no panorama continental ao garantir, pela terceira vez consecutiva, a presença entre as 16 melhores equipas da Europa — um patamar histórico apenas superado em 1948, quando Portugal alcançou o quarto lugar na edição inaugural do torneio.</p>
<p>Se se ler com olhos de ver os parciais, fica confirmado que Portugal será sempre um adversário a ter em conta, porquanto as diferenças se podem considerar mínimas (quatro pontos diz bem da tenacidade da formação lusa), o que deve ser relevado.</p>
<p>A partida em Sófia revelou uma seleção portuguesa combativa, capaz de responder ao favoritismo e ao poderio ofensivo francês comandado por Trévor Clévenot e Mathis Henno, sob a orientação de Andrea Giani. No entanto, os 28 erros não forçados cometidos por Portugal ao longo do encontro acabaram por ditar o rumo dos acontecimentos, anulando as tentativas de recuperação nacional nos momentos decisivos.</p>
<p>No primeiro set, a França adiantou-se cedo com um bloco para o 4-2, beneficiando de três erros de serviço consecutivos da seleção nacional. Os gauleses dilataram a vantagem para 9-6 e 12-7, exibindo uma eficácia de ataque superior (71% contra 45%). Portugal respondeu na fase final com um ace de Alexandre Ferreira a reduzir para 23-19 e com Lourenço Martins a assinar o 21-24. Apesar da superioridade portuguesa no bloco (3-0) e na receção positiva (67%), a França segurou a vantagem e fechou o parcial em 25-21.</p>
<p>O segundo parcial manteve-se taco a taco até ao 3-3, momento em que o ataque francês assumiu as rédeas para colocar o marcador em 5-4 e distanciar-se para 8-5 após dois ralis intensos. A rentabilização dos centrais gauleses permitiu construir margens de 12-8 e 16-12. Portugal voltou a reagir, com Alex Ferreira e Lourenço Martins a encostarem o resultado a 20-22. Um remate de Clévenot fez o 23-20, mas um erro não forçado francês deu esperanças a Portugal ao aproximar o marcador para 22-23. Contudo, foi François Huetz a carimbar o 25-22 para a França.</p>
<p>No terceiro set, Portugal entrou melhor e adiantou-se por 4-2. A resposta francesa restabeleceu a igualdade a 7-7 e consumou a reviravolta para 8-7. Um bloco marcante de Alexandre Ferreira devolveu a liderança aos portugueses (10-9), mas um amorti inteligente de Clévenot devolveu o comando à França com o 13-11. A equipa nacional manteve a pressão – Lourenço Martins encurtou para 12-14 e Kelton Tavares assinou um ás na linha de fundo para o 19-21 –, mas a serenidade gaulesa nas jogadas finais garantiu o 25-21 e o fecho do encontro em 3-0.</p>
<p>No somatório das estatísticas, Alexandre Ferreira e Lourenço Martins lideraram a pontuação portuguesa com 13 pontos cada um, enquanto Mathis Henno e Trévor Clévenot somaram 12 pontos cada do lado francês. A França dominou no ataque (57% contra 46% de eficácia), enquanto Portugal levou a melhor nos blocos vitoriosos (6 contra 2) e na receção positiva (60% contra 57%), terminando ambas as equipas empatadas com dois ases. Ver estatística AQUI</p>
<p>A formação orientada por João José conclui assim a sua caminhada no EuroVolley, na qual somou uma vitória esclarecedora frente à Macedónia do Norte (3-0) na fase de grupos, tendo sido vencida pelas seleções da Polónia, Bulgária, Israel e Ucrânia, culminando com esta prestação meritória frente à campeã olímpica em título.</p>
<p>A análise ao percurso português foi encabeçada por Vicente Araújo, Presidente da Federação Portuguesa de Voleibol, que sublinhou o mérito do grupo e o orgulho no desempenho atingido, ao afirmar que “o balanço da nossa participação é positivo. Viu-se neste jogo que não foi a França que ganhou, fomos nós que perdemos. Estivemos bem na receção e no side out, mas falhámos muito no serviço. Tivemos 19 serviços falhados no total, é muito. Tínhamos equipa para ganhar à França, mas teríamos mais equipa ainda se toda a gente tivesse vindo para a seleção. De qualquer maneira, parabéns aos que estiveram cá. Neste jogo com a França mostraram que sabiam jogar. Quem viu o jogo deve ter percebido que temos gente e que sabemos jogar voleibol. Alcançar os oitavos de final no Campeonato da Europa é muito bom. Estamos entre as 16 primeiras seleções e podíamos ter ido mais além, mas faltou uma pontinha de sorte também. Os jogadores fizeram tudo o que podiam. Houve empenho e vontade. Faltou, se calhar, alguns jogadores acreditarem que podem fazer mais.”</p>
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		<title>Equipa feminina do Sporting de Braga conquistou Taça Ibérica de Voleibol</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 00:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol]]></category>

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		<description><![CDATA[Num início de época emotivo e disputado até ao último ponto, a equipa de seniores femininos do Sporting Clube de Braga ergueu a sua primeira Taça Ibérica ao superar e... <span class="meta-more"><a href="https://www.jogadadomes.pt/?p=50346"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Num início de época emotivo e disputado até ao último ponto, a equipa de seniores femininos do Sporting Clube de Braga ergueu a sua primeira Taça Ibérica ao superar e destronar o Futebol Clube do Porto por 3-2 (25-17, 25-19, 17-25, 7-25 e 15-9), no Pavilhão Municipal de Estremoz.<span id="more-50346"></span></p>
<div id="attachment_50331" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-TaçaIberica-F-20-09-2026.jpg"><img class="wp-image-50331 " alt="Voleibol-TaçaIberica-F-20-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-TaçaIberica-F-20-09-2026-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>O duelo, marcado por grandes reviravoltas e enorme intensidade, consagrou a formação minhota perante o campeão nacional em título num espetáculo de alto nível.</p>
<p>A entrada em jogo do Braga foi demolidora, assente numa estratégia ofensiva bem delineada e um serviço agressivo, a equipa comandada por João Santos assumiu o controlo da partida e venceu de forma categórica os dois primeiros parciais. Contudo, a reativação das portistas não tardou. Sob a batuta de Miguel Coelho, o FC Porto afinou o bloco e a defesa baixa, adaptando-se às linhas de ataque bracarenses e levando a decisão para o parcial de todas as decisões ao igualar o encontro com vitórias no terceiro e quarto sets.</p>
<p>No decisivo quinto set, o SC Braga recuperou a lucidez e a energia do arranque da partida. Com um discernimento assinalável nos momentos sob maior pressão e uma eficácia superior nas transições ofensivas, as minhotas superiorizaram-se e fecharam a partida com uma exibição categórica na ponta final.</p>
<p>A distribuidora Azul Benitez, foi a MVP do jogo.</p>
<p>Kelsey Veltman, com 19 pontos, foi a melhor pontuadora do jogo, seguida de Emily Elliot e Gabriela Coelho, ambas com 16, e de Victória Alves, com 15. Ver estatística AQUI</p>
<p>O técnico bracarense, João Santos, enalteceu a resiliência das suas atletas após a recuperação do adversário, tendo referido que “foi um jogo de voleibol completo, com muitos altos e baixos. Fomos pedindo calma e lucidez, e acabámos por fazer um quinto set fabuloso”, salientou o treinador, recordando que a equipa continua a assimilar ideias após uma pré-época curta e intensa, mas que este triunfo vem premiar a qualidade do grupo montado para esta temporada.</p>
<p>A medalha de bronze foi para as insulares do CV CD Heidelberg, que venceram o CAV Esquimo, campeão espanhol em título, por 3-2 (28-26, 20-25, 25-23, 21-25 e 15-12).</p>
<p>Entregaram os prémios às equipas José Sádio, Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, José Santos, Presidente Turismo do Alentejo e Ribatejo, e Álvaro Lopes, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Voleibol (FPV), Arnaldo Rocha, Diretor da FPV, e Teodemiro Carvalho, Secretário-Geral da FPV.</p>
<p>Megan Wilson e Marissa Stockman, com 19 pontos, e Maria Reis Lopes, com 18, foram as melhores pontuadoras do jogo.</p>
<p>A Taça Ibérica feminina teve a sua edição inaugural em 2023 e foi disputada no Centro Cultural de Viana do Castelo. Na final, as espanholas do CV Hidramar Gran Canaria (Club Voleibol Olimpico) sagraram-se campeãs ao vencerem o Sporting CP por 3-2 (com parciais de 31-29, 19-25, 17-25, 25-18 e 15-12). No jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugar, a equipa espanhola do CV Tenerife Libby’s La Laguna conquistou a terceira posição ao derrotar o Leixões SC por 3-2 (20-25, 25-17, 25-27, 25-17 e 15-13).</p>
<p>A segunda edição realizou-se em 2024 no Centro Insular de Deportes, em Las Palmas (Gran Canária, Espanha). Nesta ocasião, o troféu foi conquistado pelo FC Porto, que venceu o SL Benfica por 3-1 (22-25, 25-18, 25-21 e 25-19) na final. O 3.º lugar foi disputado entre duas formações espanholas, tendo o campeão em título, Hidramar Gran Canaria, vencido o Avarca de Menorca por 3-1 (25-19, 23-25, 25-14 e 25-22).</p>
<p>No ano de 2025, a competição não se realizou.</p>
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		<title>Macedónia venceu Israel e Portugal chegou aos oitavos de final do europeu de Voleibol</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 07:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol]]></category>

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		<description><![CDATA[Era a única tábua de salvação para Portugal que, recolhido (não jogou neste último dia da fase de grupos), estava à espera, de coração acelerado, que a Macedónia vencesse Israel... <span class="meta-more"><a href="https://www.jogadadomes.pt/?p=50246"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50249" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-Oitavos-16-09-2026.jpg"><img class="size-medium wp-image-50249 " alt="Voleibol-Europeu-Oitavos--16-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-Oitavos-16-09-2026-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Era a única tábua de salvação para Portugal que, recolhido (não jogou neste último dia da fase de grupos), estava à espera, de coração acelerado, que a Macedónia vencesse Israel para se apurar para os oitavos de final do europeu de Voleibol.<span id="more-50246"></span></p>
<p>O 3-0 (25-21, 25-23 e 25-22) que os macedónios alcançaram foram, como seria de esperar, o balão de oxigénio que Portugal precisava para avançar, num encontro ponto a ponto, que criou um ambiente arrepiante de princípio a fim.</p>
<p>Segundo a voz do povo “quem espera sempre alcança” e o famoso provérbio nunca foi tão verdadeiro nesta edição nesta competição.</p>
<p>Após a derrota pela margem mínima com Israel e a vitória averbada ontem pela margem máxima diante da Macedónia do Norte, a seleção nacional aguardava, com expectativa e alguma dose de esperança, que os macedónios cometessem a proeza de bater, por qualquer resultado, os israelitas. Quem ninguém conseguia prever é que isso acontecesse e de forma implacável, logo pela diferença maior, 3-0, e com parciais de 25-21, 25-23 e 25-22.</p>
<p>Este resultado precioso para os macedónios, que selaram a sua participação no EuroVolley com um triunfo e de cabeça erguida, calando quem os via como “bombos da festa”, é ainda mais recompensador para os portugueses, que voltam a apurar-se para os oitavos de final de um europeu.</p>
<p>A apadrinhá-los na entrada, agendada para domingo, para o grupo restrito das 16 melhores seleções europeias, Portugal terá a França, uma das maiores potências do voleibol da atualidade. O jogo está agendado para as 17h00 de domingo, na Arena de Sófia,</p>
<p>Defrontar os irredutíveis gauleses será o prémio merecido para uma seleção nacional que mostrou resiliência pura perante as contrariedades – como as baixas (lesão ou ausência) forçadas na equipa –, e um estoicismo de ferro ao bater-se de igual para igual contra gigantes como a Polónia e a Bulgária.</p>
<div id="attachment_50252" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-Oitavos-16-09-20261.jpg"><img class="size-medium wp-image-50252 " alt="Voleibol-Europeu-Oitavos-16-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-Oitavos-16-09-20261-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Após o apuramento para a fase seguinte da competição, o selecionador João José fez o balanço dos momentos de incerteza e da caminhada exigente da equipa, projetando o próximo desafio.</p>
<p>Reconhecendo a tensão vivida nas últimas horas enquanto dependiam de terceiros, João José admitiu que “quando se está dependente dos outros, fica sempre um pouco assim. Se fosse de outra forma, seria outra coisa qualquer e não movimentava as multidões que consegue movimentar”.</p>
<p>Numa análise ao percurso da equipa, o treinador lembrou que Portugal enfrentou um calendário bastante exigente. A seleção começou por defrontar a Polónia e a Bulgária, adversários extremamente fortes, seguindo-se o embate com Israel num curto espaço de tempo. Apesar do desgaste físico e dos desaires, João José realçou a capacidade de resposta do grupo, que manteve a confiança e a identidade de jogo. Essa postura permitiu assinar uma exibição equilibrada frente à Ucrânia e chegar ao duelo decisivo com a Macedónia do Norte com a ambição necessária para garantir a qualificação.</p>
<p>De olhos postos no próximo compromisso, Portugal, 4º classificado da Pool B, vai cruzar-se com a França, 1º classificada da Pool D, João José perspetivou um encontro exigente contra uma das potências europeias. O selecionador defende que o caminho passa por manter o nível de jogo durante períodos mais prolongados, tendo afirmado que “o que temos de conseguir fazer é aquilo que fazemos melhor durante mais tempo, com adversários que nos vão colocar maiores problemas também durante mais tempo”.</p>
<p>O técnico explicou que, diante de equipas do patamar da Polónia, Bulgária ou Ucrânia, a seleção conseguiu impor a sua identidade, acabando por ceder apenas devido à superioridade dos oponentes na fase final dos encontros. Contudo, mostra-se convicto de que é possível prolongar esse rendimento competitivo e assegura que é com esse propósito que a equipa vai trabalhar nos dias de preparação que antecedem a partida.</p>
<p>Na extinta Liga Mundial, os franceses conquistaram os primeiros grandes títulos globais em 2015 e 2017, além de terem garantido uma medalha de prata em 2006 e uma de bronze em 2016.</p>
<p>Com a transição para o formato da Liga das Nações (VNL), o sucesso continuou evidente. A França sagrou-se campeã da VNL em 2022 e repetiu o feito em 2024, ano em que o título serviu de rampa de lançamento para o ouro olímpico em Paris. O palmarés francês na VNL conta ainda com uma medalha de prata conquistada na edição inaugural de 2018 e uma medalha de bronze alcançada em 2021.</p>
<p>No cenário continental, o historial da França no Campeonato da Europa (EuroVolley) é longo e marcado por uma presença regular nos pódios desde as primeiras edições da prova. O ponto alto da história francesa no torneio aconteceu em 2015, quando a icónica geração conquistou a primeira e única medalha de ouro do país ao vencer a Eslovénia na final por três sets a zero. Antes dessa glória, os franceses já tinham batido na trave várias vezes, acumulando quatro medalhas de prata em 1948, 1987, 2003 e 2009.</p>
<p>A seleção gaulesa também subiu ao terceiro degrau do pódio europeu em duas ocasiões, arrecadando as medalhas de bronze nos anos de 1951 e 1985, o que demonstra uma regularidade competitiva que atravessa várias décadas e diferentes gerações de atletas.</p>
<p>Estremoz ou o epicentro do Voleibol com a Taça Ibérica no feminino</p>
<p><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-TacaIberica-16-09-2026.jpg"><img class="size-medium wp-image-50247 alignright" alt="Voleibol-TacaIberica-16-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-TacaIberica-16-09-2026-212x300.jpg" width="212" height="300" /></a>O voleibol peninsular está de volta ao topo da agenda desportiva nacional e com lugar reservado no Alentejo. Depois de ter acolhido com sucesso a Supertaça feminina no ano passado, a cidade de Estremoz prepara-se para transformar o Pavilhão Municipal no palco da prestigiada Taça Ibérica feminina, agendada para os dias 19 e 20 de setembro.</p>
<p>O torneio marca o regresso da competição internacional ao calendário após uma pausa em 2025, colocando frente a frente a elite de Portugal e Espanha. O grande destaque luso vai para as campeãs nacionais do FC Porto, equipa que procura revalidar o troféu que já conquistou em 2024, em Las Palmas. A armada portuguesa fica completa com o Sporting de Braga, vice-campeão nacional.</p>
<p>Do lado espanhol, a exigência será máxima. As bracarenses abrem o torneio no sábado, às 15h00, perante o CAV Esquimo Dos Hermanas, emblemático clube de Sevilha que chega após conquistar a dobradinha (Liga e Taça) em 2026. O encontro terá ainda o atrativo especial de colocar as bracarenses frente à internacional portuguesa Maria Reis Lopes, recente reforço da formação andaluza. Mais tarde, às 18h00, o FC Porto mede forças com as vice-campeãs espanholas do CV CD Heidelberg.</p>
<p>Para o domingo estão reservadas as decisões: o apuramento do 3º e 4º lugar disputa-se às 15h00, enquanto a final está marcada para as 18h00.</p>
<p>Para os adeptos que pretendem viver todas as emoções ao vivo no Pavilhão Municipal de Estremoz, os bilhetes já se encontram oficialmente à venda pelo valor unitário de 5€, disponíveis no site da Federação Portuguesa.</p>
<p>Todos os jogos do torneio feminino contam também com transmissão em direto na Sport TV.</p>
<p>A vertente masculina da Taça Ibérica 2026 rumará a Espanha, sendo disputada a 10 e 11 de outubro no Gran Canaria Arena, em Las Palmas.</p>
<p>O torneio masculino contará com o anfitrião CV Guaguas e o CV Melilla a representar Espanha, enquanto o Sporting Clube de Portugal (campeão nacional) e o Sport Lisboa e Benfica (vice-campeão e finalista da Taça de Portugal) serão os representantes lusos.</p>
<p>As meias-finais colocarão em campo o CV Melilla diante do Sporting CP e o CV Guaguas frente ao SL Benfica.</p>
<p>O regresso da Taça Ibérica reativa uma tradição iniciada em 2023. Na edição inaugural feminina, em Viana do Castelo, as espanholas do CV Hidramar Gran Canaria ergueram o troféu.</p>
<p>Nesse mesmo ano, a prova masculina foi disputada no Centro Desportivo Municipal El Batán, em Gran Canária, onde o CV Guaguas venceu o Benfica por 3-1 na final, enquanto o Sporting assegurou o terceiro lugar ao derrotar os espanhóis do Grupo Herce Soria por 3-2.</p>
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		<title>Portugal à mercê dos resultados dos adversários para avançar no europeu de Voleibol</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Voleibol]]></category>

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		<description><![CDATA[Com este desfecho, e apesar de Portugal ter ainda encontro marcado com a Macedónia do Norte na jornada decisiva, a continuidade no europeu deixou de depender exclusivamente das suas forças.... <span class="meta-more"><a href="https://www.jogadadomes.pt/?p=50222"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50213" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-14-09-2026.jpg"><img class="size-medium wp-image-50213 " alt="Voleibol-Europeu-14-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-14-09-2026-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Com este desfecho, e apesar de Portugal ter ainda encontro marcado com a Macedónia do Norte na jornada decisiva, a continuidade no europeu deixou de depender exclusivamente das suas forças.<span id="more-50222"></span></p>
<p>Para além de ter de vencer a partida desta tarde (14h00/RTP2/RTP Play), a equipa nacional, orientada por João José, terá de aguardar pelo desfecho do embate entre macedónios e israelitas, na quarta-feira, para saber se assegura a transição para a fase seguinte.</p>
<p>Ao vencer por 3-0 (25-18, 25-18 e 25-19) a Seleção Nacional, a Ucrânia, orientada pelo experiente técnico argentino Raúl Lozano, confirmou o excelente momento de forma e o estatuto de candidata aos lugares cimeiros do Campeonato da Europa de Seniores Masculinos e que o triunfo sobre a Bulgária, na jornada anterior, não tinha sido fruto do acaso, deixando a equipa lusa em posição delicada quanto às aspirações de apuramento para os oitavos de final.</p>
<p>Igual no número de blocos (5), mas inferior no capítulo ofensivo: 2 blocos contra 8 dos ucranianos e com 32 pontos no ataque (45% de eficácia) contra 44 (59%) do seu opositor, a equipa das quinas acabou por não conseguir discutir o jogo, pese embora os números intermédios no primeiro (14-16) e terceiro set (13-16).</p>
<p>Os ucranianos Oleh Plotnytskyi e Dmytro Yanchuk foram os melhores pontuadores do jogo, respetivamente com 19 e 15 pontos, enquanto Manuel Figueiredo e Lourenço Martins, ambos com 8 pontos, foram os portugueses mais concretizadores.</p>
<p>No final da partida, o capitão Alexandre Ferreira não escondeu o desgaste acumulado, admitindo o peso dos desaires sucessivos na caminhada europeia.</p>
<p>“É pesado por ser outra derrota e, portanto, já começa a ser um acumular de derrotas. Ou seja, é sempre difícil de gerir“, confessou o atleta português.</p>
<div id="attachment_50214" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-14-09-20261.jpg"><img class="size-medium wp-image-50214 " alt="Voleibol-Europeu--14-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-14-09-20261-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Ainda assim, o capitão procurou destacar a capacidade de reação do grupo face ao exigente duelo da véspera, sublinhando que a equipa deu “uma boa resposta relativamente ao jogo de ontem“, onde tinham dado “tudo num jogo a 3-2“.</p>
<p>Alexandre Ferreira relembrou a escassez de opções e a carga horária a que os habituais titulares têm estado sujeitos, apontando que o cansaço e as derrotas começam a ser “pesados na nossa cabeça“.</p>
<p>O Selecionador Nacional, João José, corroborou a análise do seu capitão, reconhecendo que a Seleção demonstrou claros sinais de menor frescura física.</p>
<p>“Hoje, a equipa já estava um pouco mais carregada, o que é normal“, observou o técnico, apontando a falta de discernimento em momentos-chave como consequência direta da sobrecarga do calendário. O treinador alertou para as exigências do próximo confronto, recordando que “será o quinto jogo em apenas seis dias”.</p>
<p>Mesmo com a qualificação dependente de terceiros, o grupo mantém a determinação em fechar a fase de grupos com uma nota positiva. Alexandre Ferreira assumiu que, “para além da réstia de esperança no apuramento imediato, a equipa tem de perspetivar o impacto dos pontos no ranking internacional com vista às futuras qualificações continentais e mundiais”.</p>
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		<title>Derrotado por Israel, Portugal defronta esta segunda-feira a Ucrânia para seguir ou … sair</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol]]></category>

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		<description><![CDATA[Não conseguindo vencer Israel, no encontro de ontem, Portugal surge neste início de semana a jogar para seguir em frente ou dizer adeus ao EuroVolley de 2026. A seleção nacional... <span class="meta-more"><a href="https://www.jogadadomes.pt/?p=50178"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50180" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-13-09-20261.jpg"><img class="size-medium wp-image-50180 " alt="Voleibol-Europeu-13-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-13-09-20261-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Não conseguindo vencer Israel, no encontro de ontem, Portugal surge neste início de semana a jogar para seguir em frente ou dizer adeus ao EuroVolley de 2026.<span id="more-50178"></span></p>
<p>A seleção nacional somou hoje uma amarga derrota por 2-3 (25-19, 20-25, 25-20, 22-25 e 7-15) frente a Israel na Pool B do europeu, complicando as contas da qualificação para a fase seguinte.</p>
<p>Apesar de ter somado um ponto, a equipa das quinas deixou fugir a vitória num tie-break decisivo, focando agora as atenções no decisivo embate com a Ucrânia – atual líder invicta do grupo com três vitórias e que vem de um triunfo sobre a Bulgária –, antes do fecho da fase de grupos na terça-feira perante a Macedónia do Norte.</p>
<p>Apesar de Portugal ter apresentado vantagem estatística na execução de ataques (51% contra 47%), blocos (10 contra 5) e receções (60% contra 45%), os erros não forçados acabaram por impedir um resultado positivo e que abriria grandes perspetivas.</p>
<p>Com este resultado (inglório), Portugal não depende só de si, como continuaria a acontecer se tivesse vencido Israel. Frente aos ucranianos e aos macedónios só a vitória interessa e por 3-0 ou 3-1… Se assim não for, os triunfos podem não chegar, dependendo do último jogo (quarta-feira) da Pool B, que opõe Israel à Macedónia do Norte.</p>
<div id="attachment_50179" style="width: 210px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-13-09-2026.jpg"><img class="wp-image-50179 " alt="Voleibol-Europeu--13-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-13-09-2026-200x300.jpg" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Após um primeiro set em que esteve irrepreensível e dominou completamente, tanto técnica como taticamente, o seu adversário, Portugal foi deixando os resilientes israelitas crescerem e começarem a acreditar que era possível continuarem a sonhar com os oitavos de final.</p>
<p>No plano tático, o selecionador nacional assumiu a perda do controlo exclusivo sobre a matemática do grupo, apontando baterias para a recuperação física e mental da comitiva.</p>
<p>João José explicou que o colapso no quinto set resultou da capacidade defensiva israelita e de falhas na ponta final do encontro, nomeadamente numa transição de side-out teoricamente acessível.</p>
<p>Rejeitando transportar o peso da derrota para a jornada seguinte, o selecionador deu a receita para o confronto de hoje, adiantando que “temos de levar aquilo que trabalhámos bem hoje para de alguma forma conseguirmos ter a oportunidade ainda de lutar pelo objetivo”</p>
<p>O EuroVolley 2026 decorre até ao dia 29 deste mês na Bulgária, Finlândia, Itália e Roménia.</p>
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		<title>Perdendo frente à Bulgária Portugal tem três finais para recuperar rumo no Europeu de Voleibol</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 08:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Voleibol]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Jogando em casa perante mais de 10 mil adeptos, a Bulgária confirmou que é um dos maiores candidatos ao título de campeão europeu ao vencer, por 3-0 (25-18, 25-18 e 25-20), a seleção nacional, num jogo em que teve de se esforçar bem mais do que no jogo inaugural da Pool B, quando venceu pela margem máxima a Macedónia.<span id="more-50077"></span></p>
<div id="attachment_50078" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-11-09-2026.jpg"><img class="wp-image-50078 " alt="Voleibol-Europeu-11-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-11-09-2026-240x300.jpg" width="240" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Por seu turno, Portugal mostrou que quando joga sem estar manietado com complexos de David e Golias é bem capaz de causar surpresas às potências mundiais do voleibol.</p>
<p>Hoje, para além da boa exibição, só ficou a faltar a vitória num set… mas o que mostrou neste complicado jogo com os vice-campeões mundiais dá confiança extra aos portugueses nas três verdadeiras finais que se avizinham e que estão no caminho da seleção nacional rumo aos oitavos de final.</p>
<p>A partir de domingo, Portugal passa a disputar jogos com adversários teoricamente mais acessíveis. A fase de grupos completa-se com os confrontos frente a Israel (domingo, 14h00), Ucrânia (14 de setembro, 14h00) e Macedónia do Norte (15 de setembro, 14h00).</p>
<p>Se carimbar o apuramento para os oitavos de final, a seleção nacional cruza com uma seleção oriunda da Pool D, constituída por Roménia, Letónia, França, Alemanha, Turquia e Suíça.</p>
<p>Em suma: o jogo com a Bulgária foi uma boa preparação para as três finais que faltam disputar e, hoje, a postura de Portugal foi bem diferente daquela que exibiu frente à Polónia, muito mais ousada e ambiciosa, faltou “apenas” maior eficácia no serviço e o bloco, que tarda em vir para ficar.</p>
<p>Apesar das melhorias verificadas em relação ao primeiro jogo (frente à Polónia), Portugal foi derrotado por um explícito 0-3 (18-25, 18-25 e 20-25), ficando, ainda assim, o espírito intacto e com capacidade para recuperar e regressar aos resultados positivos que leva a equipa nacional à fase seguinte.</p>
<p>No plano individual e somando estritamente os pontos no ataque, serviço e bloco, o oposto/z4 André Pereira foi o melhor pontuador de Portugal, com 13 pontos (12 ataques e 1 bloco), e Lourenço Martins o segundo, com 9 pontos (6 ataques, 2 serviços e e um bloco), enquanto o capitão Alexandre Ferreira acrescentou 6 pontos de ataque.</p>
<p>Para o selecionador nacional, João José, “conseguimos manter a intensidade durante mais tempo“ e destacou a evolução tática e a atitude da equipa perante a poderosa seleção búlgara, sublinhando que Portugal conseguiu ser “mais competitivo do que no dia anterior”.</p>
<p>Quanto ao próximo desafio, o técnico rejeitou a ideia de que o torneio só começa agora, reforçando que o foco sempre esteve em evoluir para vencer os adversários do seu nível, referindo que “o nosso objetivo é passar à próxima fase e o jogo de Israel é um jogo que está naquilo que é o nosso nível. Israel tem vindo a crescer e é uma equipa muito física e intensa, mas queremos levar o crescimento destes dois jogos para cumprir o nosso objetivo.”</p>
<p>O EuroVolley 2026 está a decorrer, até 29 de setembro, na Bulgária, Finlândia, Itália e Roménia.</p>
<p>No domingo, o embate será (14h00/RTP 2/RTP Play) com Israel.</p>
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		<title>Seleção nacional masculina de Voleibol a caminho do Europeu</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 01:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol]]></category>

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		<description><![CDATA[A seleção nacional de seniores masculinos mudou-se de Santo Tirso para Viana do Castelo, onde continua a afinar os últimos detalhes com vista à participação no EuroVolley 2026. Sob o... <span class="meta-more"><a href="https://www.jogadadomes.pt/?p=49885"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção nacional de seniores masculinos mudou-se de Santo Tirso para Viana do Castelo, onde continua a afinar os últimos detalhes com vista à participação no EuroVolley 2026.<span id="more-49885"></span></p>
<div id="attachment_49886" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-01-09-2026.jpg"><img class="size-medium wp-image-49886  " alt="Voleibol-Europeu-01-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-01-09-2026-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Sob o comando de João José, a equipa das quinas prepara-se para uma autêntica prova de fogo em Sófia (Bulgária), onde integrará o exigente Grupo B. A estreia está agendada para o dia 10 deste mês setembro (14h00), num embate em modo de “sobrevivência” máxima diante da Polónia, atual campeã europeia, tripla campeã mundial (1974, 2014 e 2018) e líder do ranking FIVB.</p>
<p>No dia seguinte, a 11 de setembro (17h00), Portugal mede forças com a Bulgária, vice-campeã mundial e anfitriã.</p>
<p>A fase de grupos completa-se com os confrontos frente a Israel (13 de setembro, 14h00), Ucrânia (14 de setembro, 14h00) e Macedónia do Norte (15 de setembro, 14h00). Se carimbar o apuramento para os oitavos de final, a comitiva nacional cruza com uma seleção oriunda da Pool D, constituída por Roménia, Letónia, França, Alemanha, Turquia e Suíça.</p>
<p>Para aferir a forma física e tática do coletivo, Portugal realizou dois encontros amigáveis com a Austrália no Pavilhão Municipal das Lameiras, em Famalicão. No primeiro teste, a seleção lusa venceu de forma categórica por 4-0 (25-14, 25-22, 25-19 e 25-21), num duelo em que os jogos-treino tinham estipulado um mínimo de quatro sets.</p>
<p>O capitão Alexandre Ferreira e André Pereira destacaram-se com 13 pontos cada. No segundo ensaio, num embate bem mais equilibrado, Portugal voltou a sorrir com um triunfo por 3-2 (26-24, 23-25, 28-26, 17-25 e 15-12). André Pereira assumiu o papel de maior pontuador da partida ao assinar 24 pontos.</p>
<p>Satisfeito com a resposta dos seus atletas, o selecionador João José – figura incontornável do voleibol nacional, eleito Melhor Blocador do Mundial 2002 na Argentina e o primeiro português a conquistar a Liga dos Campeões da CEV (em 2006/2007, ao serviço do VfB Friedrichshafen) – sublinhou a importância destes testes internacionais.</p>
<p>“Os jogos com a Austrália foram importantes para aferirmos, em contexto de jogo e perante um adversário internacional, o momento atual da equipa e para transportarmos para a competição aquilo que temos vindo a trabalhar nesta preparação. De uma forma geral, a equipa tem evoluído de forma positiva. Os valores de side-out foram bons, a organização coletiva começa a estar mais presente e mostrámos capacidade para manter ritmos de jogo e intensidade. Ficou evidente a necessidade de evoluir na capacidade de manter ritmos elevados durante mais tempo, uma exigência que será ainda maior no EuroVolley, pela necessidade de recuperar e competir a níveis elevados ao longo de uma sequência de cinco jogos em apenas seis dias”, analisou o técnico.</p>
<p>Consciente das dificuldades do grupo, João José traça metas claras e apela à atitude dos seus comandados:</p>
<p>“É um grupo difícil, com a Polónia, campeã da VNL, e a Bulgária, finalista do último Mundial. O objetivo principal é passar à próxima fase e tentar ser o mais competitivos possível. Espero que os jogadores mostrem coragem e transmitam que vêm para disputar todos os jogos”. Relativamente ao equilíbrio entre os atletas mais experientes e os estreantes, o selecionador é perentório: “Consegue-se com tempo e muito volume. Têm de passar muito tempo juntos, superar dificuldades e criar confiança mútua”.</p>
<p>Com cartas dadas no voleibol romeno, onde integra com frequência a equipa ideal da jornada, o central Filip Cveticanin abordou o embate de estreia sem complexos.</p>
<p>“Da nossa parte não existe pressão. Tendo a Polónia o nível que tem, vai ser um jogo complicado, mas não acho que seja impossível fazer alguma surpresa. Um Europeu bem-conseguido seria igualar o que fizemos nos últimos dois anos, chegar aos oitavos e, se possível, tentar ir mais longe, aos quartos de final. O ambiente na equipa é excelente, o grupo de trabalho está descontraído, mas totalmente focado”, garantiu.</p>
<p>A operar a distribuição e os caminhos da linha ofensiva portuguesa estará Bruno Dias, jovem que se estreia em fases finais do Campeonato da Europa.</p>
<p>“É sempre uma boa sensação representar o nosso país, especialmente no EuroVolley. A expectativa está lá em cima. Sabemos que temos um grupo complicado, mas vamos nos bater de olhos nos olhos com cada adversário. Temos uma seleção muito jovem e irreverente, e acho que essa irreverência nos pode levar a surpreender alguns dos adversários mais complicados”, concluiu o distribuidor.</p>
<p>As “heroínas de Baku” com excelente exibição frente à Polónia</p>
<p>A seleção nacional de seniores femininos despediu-se da melhor forma que lhe foi possível do CEV EuroVolley 2026, com uma exibição de gala que ficará certamente na memória das poderosas polacas e do seu credenciado técnico, o italiano Stefano Lavarini.</p>
<div id="attachment_49897" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-Feminino-01-09-2026.jpg"><img class="size-medium wp-image-49897 " alt="Voleibol-Europeu-Feminino-01-09-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/09/Voleibol-Europeu-Feminino-01-09-2026-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Com uma exibição avassaladora de Magdalena Stysiak, impressionante oposta de 2,02 metros de altura, no ataque, a seleção polaca acabou por vencer em sets diretos, apesar da réplica valente da equipa lusa no parcial decisivo.</p>
<p>A eliminação – que lhe dá um histórico posto entre as 16 melhores equipas da Europa – consumou-se ao cair perante a poderosa congénere polaca, que venceu por 3-0 (25-18, 25-17 e 25-23), nos oitavos de final disputados no Sinan Erdem Sports Hall, em Istambul.</p>
<p>Contra uma seleção, atual 5ª classificada do ranking FIVB, que comete muito poucos erros e luta por todas as bolas, Portugal jogou com garra, fez valer as suas armas ofensivas e acabou o jogo em crescendo, tendo faltado — porque era bem merecido — um triunfo no terceiro set.</p>
<p>Desde os momentos iniciais, a Polónia procurou ditar o ritmo de jogo através da sua superioridade física e poder de fogo na rede. Lideradas por Magdalena Stysiak — autora de 22 pontos e figura marcante do jogo —, as polacas entraram em força no parcial inaugural (5-1) e geriram a vantagem (13-10), criando rapidamente desequilíbrios na defesa lusa. A superioridade nas ações junto à rede fez a Polónia cavalgar até aos 20-11, registando uma eficácia atacante impressionante de 62% (16 ataques concretizados em 26 tentativas) para fechar o primeiro set por 25-18 em 26 minutos.</p>
<p>No segundo parcial, as portuguesas conseguiram reduzir drasticamente o número de erros não forçados e estabilizar o seu primeiro toque, registando índices de recepção positiva francamente superiores aos da Polónia ao longo de toda a partida (41% de recepção positiva e 29% excelente em Portugal, contra 29% e 16% das polacas). Essa melhoria refletiu-se no marcador, que Portugal comandou até aos 12-9. Contudo, a reação polaca, alicerçada na solidez do seu bloco, na central Magdalena Jurczyk (8 pontos, com 75% de eficácia no ataque) e no rendimento de Magdalena Stysiak e Julita Piasecka — as melhores pontuadoras até aí, com 15 e 11 pontos, contra os 7 de Amanda Cavalcanti e os 6 de Alice Clemente e Júlia Kavalenka —, virou o cenário, permitindo à Polónia fechar o set por 25-17 em 27 minutos.</p>
<p>Foi no terceiro set que Portugal exibiu a sua melhor versão da noite. Com o serviço a funcionar finalmente em pleno, a equipa orientada por Hugo Silva entrou de rompante: os ases de Mariana Garcez e os ataques de Alice Clemente (9 pontos no jogo) construíram uma vantagem fulgurante de 6-0! A resposta polaca foi violenta e a igualdade (6-6) foi restabelecida no ataque por Magdalena Stysiak. Sem virar a cara à luta, a Seleção Nacional voltou à carga com um bloco de Joana Garcez (10-8) e dilatou a margem com amortis e ataques de Alice Clemente (14-11).</p>
<p>Novo assomo polaco e um bloco a travar o ímpeto lusitano fixaram tudo em 14-14, mas um ataque de Ana Rui Monteiro manteve bem altas as esperanças (18-16). Numa fase em que as polacas, abaladas com a ousadia lusa e algo nervosas, desperdiçaram ataques, Portugal fugiu para uns empolgantes 20-16, assumindo a liderança em momentos fulcrais da pontuação (21-20). Contudo, um serviço direto de Maja Koput devolveu a igualdade ao marcador (20-20) e, na reta final, a frieza polaca e a superioridade no bloco – capítulo onde a Polónia venceu por 8-2 no cômputo geral – acabaram por fazer a diferença, selando o parcial em 25-23 ao fim de 35 minutos de intensa luta.</p>
<p>Apesar da diferença no marcador e no poder de fogo atacante (49% de eficácia polaca contra 33% lusa), a equipa portuguesa destacou-se pela agressividade no serviço (5 ases contra 2 da Polónia), tendo em Júlia Kavalenka a sua maior pontuadora (10 pontos), secundada por Amanda Cavalcanti (8 pontos com 53% de eficácia).</p>
<p>A prestação lusa deixa notas de grande evolução técnica e mental: frente a uma das maiores potências em ascensão do voleibol mundial, Portugal demonstrou organização e enorme capacidade de resposta, terminando o torneio de cabeça erguida.</p>
<p>A eliminação perante a Polónia nos oitavos de final do EuroVolley 2026 deixou um sentimento claro no seio da Seleção Nacional feminina: o orgulho pelo caminho percorrido supera o amargor da derrota. Em Istambul, tanto o selecionador Hugo Silva como a capitã Ana Figueiras sublinharam a dimensão histórica da campanha lusa e a evolução demonstrada frente a uma das maiores potências mundiais da modalidade.</p>
<p>O selecionador nacional destacou a transformação radical da equipa num curto espaço de tempo. “Não podemos esquecer o que é que era esta seleção há três meses e como a viam na Imprensa”, recordou Hugo Silva. “A verdade é que nos batemos muito bem. Batemo-nos com uma das melhores seleções do mundo, tivemos fases brilhantes de jogo, do melhor que há na Europa. Falta um bocadinho de consistência e passar muitas vezes por estas situações para que estes momentos finais de set não aconteçam”.</p>
<p>Apesar do amargo de boca por ter deixado fugir vantagens parciais no marcador, o técnico preferiu focar-se no impacto global da prestação portuguesa: “Como treinador, olhando para o resultado de 6-0 e perder essa vantagem, nunca se fica contente. Mas temos de saber quem está do outro lado. Faço um balanço brilhante. Acho que mexeu com o nosso país: Portugal parou para ver estas guerreiras a competir entre os melhores, algo inédito no voleibol feminino. Chegar cá pela primeira vez, jogar olhos nos olhos e discutir um lugar com elas é para ficarmos todos orgulhosos”.</p>
<p>Visão idêntica foi partilhada por Ana Figueiras. A distribuidora e capitã da seleção nacional admitiu as dificuldades em entrar na partida, mas vincou o cumprimento dos objetivos traçados.</p>
<p>“Custou-nos muito entrar no ritmo do jogo e demorámos tempo a estar soltas. Nesses momentos falta-nos a experiência de nos conseguirmos aguentar na vantagem. Tivemos muitos momentos de três ou quatro erros seguidos que nos tiraram a margem que tínhamos adquirido”, explicou a jogadora.</p>
<p>Ao fazer a retrospetiva da competição, Ana Figueiras destacou a importância do trajeto:</p>
<p>“O balanço é bastante positivo. Vínhamos com o objetivo de ganhar dois jogos, algo que nunca tinha sido feito, e conseguimo-lo. Lutámos de igual para igual contra uma equipa como a Polónia e só nos pode encher de orgulho. Todo o processo que se iniciou desde maio, fez sentido”.</p>
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		<title>Portugal iniciou a sua participação na 20ª edição dos Jogos do Mediterrâneo com o Voleibol</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 07:30:18 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49609" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-87.jpg"><img class="size-medium wp-image-49609 " alt="voleibol port teranto 2026 (87)" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/08/unnamed-87-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">COP</p></div>
<p>A  equipa de voleibol foi a primeira entrar a jogo nos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026 , com uma derrota frente a Itália (1-3).<span id="more-49608"></span></p>
<p>Neste que foi o primeiro jogo do Grupo A, Na PalaPentassuglia, em Brindisi, a equipa italiana venceu com os parciais 25-19, 19-25, 25-20 e 25-15 .</p>
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		<title>Seleção Feminina de Voleibol com uma vitória categórica na bagagem</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:11:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção nacional de seniores femininos assinou uma exibição autoritária em Larissa (Grécia), ao vencer a congénere do Kosovo por 3-0. O triunfo surgiu na quarta jornada da Liga Europeia, como resposta imediata à derrota tangencial sofrida no dia anterior frente à equipa da casa.<span id="more-48635"></span></p>
<div id="attachment_48632" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/06/Voleibol-Feminino-15-06-2026.jpg"><img class="size-medium wp-image-48632 " alt="Voleibol-Feminino-15-06-2026" src="http://www.jogadadomes.pt/wp-content/uploads/2026/06/Voleibol-Feminino-15-06-2026-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">FPVoleibol</p></div>
<p>Depois de um sábado agridoce – onde Portugal caiu diante das gregas por 2-3, deixando ainda assim uma imagem de enorme entrega, resiliência e uma atitude competitiva assinalável –, as lusas não deram hoje hipóteses de surpresa. O domínio português refletiu-se em parciais esclarecedores de 25-13, 25-20 e 25-12.</p>
<p>No plano individual, a oposta Júlia Kavalenka esteve em plano de destaque, assumindo o estatuto de melhor pontuadora do encontro com 19 pontos. A zona 4 Ana Monteiro e a central Amanda Cavalcanti também rubricaram exibições sólidas, somando 11 pontos cada uma, ao passo que Loresa Avdyli foi a unidade mais inconformada do Kosovo, com 8 pontos.</p>
<p>Hugo Silva, o selecionador, salientou que “é a seleção que mais gozo me dá trabalhar”!</p>
<p>Apesar da satisfação pelo resultado, o Selecionador Nacional, Hugo Silva, mantém os pés bem assentes na terra, ciente de que a margem de progressão do grupo é vasta e o tempo de preparação escasso:</p>
<p>“Valeu pela vitória porque muito há para trabalhar e tão pouco tempo temos. Mesmo com adversários contra os quais nos tínhamos de assumir, tivemos fases de dificuldade que, com seleções mais fortes, são fatais para as nossas ambições.”</p>
<p>O técnico sublinhou a evolução da equipa afirmando que “é verdade que temos crescido jogo a jogo, mas resta uma semana onde vamos ter que continuar a potenciar o nível individual e coletivo deste grupo. É um conjunto de jogadoras que me desafiam todos os dias a fazer delas jogadoras de eleição, o que me entusiasma muito enquanto treinador. Quero mesmo assumir que, nestes mais de 20 anos de seleção – com VNL, ligas mundiais e outros tantos europeus –, esta é a seleção que mais gozo me dá a trabalhar“.</p>
<p>Com este desfecho no Torneio 15, Portugal passou a somar sete pontos, ocupando o 12º lugar da tabela geral, que é atualmente liderada pela Suécia e pela Eslováquia, ambas com 12 pontos. Recorde-se que a Seleção Nacional tinha iniciado a sua campanha com uma derrota frente à Hungria (3-0) e uma vitória perante a Macedónia do Norte (3-0), em jogos disputados em solo luso.</p>
<p>Esta edição da Liga Europeia apresenta um formato inteiramente renovado, fundindo as antigas Golden e Silver Leagues numa competição unificada. O grande aliciante assenta no facto de os quatro primeiros classificados garantirem o apuramento direto para o Campeonato da Europa de 2028.</p>
<p>O destino da armada lusa decidir-se-á já no próximo fim de semana em Kaunas, na Lituânia, no âmbito do Torneio 17.</p>
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