Terça-feira 04 de Outubro de 2022

Portugal venceu Espanha e conquistou o primeiro título Intercontinental em Futsal

FPF-Intercontinental-Futsal-18-09-2022

Federação Portuguesa Futebol

Portugal conquistou, este domingo, em Buenos Aires, a primeira finalíssima de futsal (Taça Intercontinental), após vitória frente à Espanha no desempate através do desempate por pontapés de penálti após um empate (1-1) no tempo regulamentar e no prolongamento.

Entrando focado no caminho para uma vitória, a equipa portuguesa criou várias situações de perigo, com Zicky (16’) a ter estado muito perto de abrir o activo, o mesmo sucedendo aos espanhóis, quando Lozano também ficou perto do primeiro. Praticamente em cima do intervalo, Mellado conclui com sucesso uma bola parada de Espanha, tendo chegado ao 1-0.

Zicky esteve perto do empate (27’), num remate forte de pé esquerdo que saiu ao lado, depois de uma rotação sobre um defensor espanhol. No minuto seguinte, Espanha tem um erro na construção e Afonso aproveita bem e faz o 1-1.

Seguiram-se supremacias repartidas das duas equipas, que tiveram oportunidade para marcar, mas o empate manteve-se até final do tempo regulamentar.

No prolongamento o duelo ibérico manteve-se, mas o final chegou sem haver alteração no marcador.

No desempate por penáltis, a Portugal mostrou-se mais eficaz e não falhou nenhuma tentativa, ao invés da Espanha, que viu Edu brilhar e negar-lhe dois golos no momento decisivo, tendo a equipa nacional recebido o merecido troféu.

Jorge Braz, seleccionador nacional, salientou que “sinto um orgulho tremendo, indescritível, em tudo. Não podemos esquecer toda a estrutura, toda a família FPF, este staff fantástico. E depois os jogadores, realmente. Estes, os que não vieram, todos os jogadores portugueses. Dedico este título, que surge na sequência dos que já temos, a todos os jogadores portugueses – pelo que fazem, pelo que se desenvolvem, pelo que têm feito. Este título não é só para os da seleção, é para todos os que vão trabalhando.”

Acrescentou ainda Jorge Braz que “passamos sempre o cabo das tormentas, pelo menos no nosso processo, no nosso jogar, no acreditar, em ir à procura de inverter um golo e, depois, ir à procura de mais. Quisemos muito jogar, como eu dizia, ‘ser Portugal’. Não estávamos a conseguir ser, mas a partir do momento em que o conseguimos foi inteiramente justo conquistar este título.”

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