Terça-feira 27 de Janeiro de 2026

Francisca Martins e Diogo Ribeiro de ouro e Miguel Oliveira com novo recorde na Natação

Natação--26-01-2016

FPNatação

No terceiro e último dia do 59º Challenge International de Genève, mais quatro portugueses voltaram a brilhar.

Francisca Martins ganhou os 200 metros livres, Diogo Ribeiro bateu a concorrência nos 50 livres, Ema Conceição foi terceira dos 50 livres e o jovem Miguel Oliveira voltou a superar-se, batendo o recorde nacional Júnior 17 dos 100 costas.

Estes os resultados mais expressivos que valeram mais três pódios e um novo máximo à Seleção Nacional que esteve em excelente plano nesta exigente competição suíça.

Depois de ganhar ouro nos 50 mariposa, Diogo Ribeiro voltou a subir ao lugar mais alto do pódio, agora nos 50 livres, com o nadador do Benfica a completar a prova em 22,38 segundos. A sua segunda medalha de ouro, tal como sucedeu com Francisca Martins que depois de ganhar os 400 livres voltou a triunfar, agora nos 200 livres, com 2.00,78 minutos.

Dois ouros a juntar ao bronze conseguido por Ema Conceição nos 50 livres (25,80 segundos), que já tinha sido prata nos 100 livres.

Mas os bons resultados não se ficaram por aqui com Miguel Oliveira a bater novo recorde nacional Júnior17 nos 100 metros costas (57,11 segundos), que tinha melhorado o máximo nacional nos 50 metros costas. Nesta prova, mas no setor feminino, Maria neves foi 5ª classificada na final B, com 1.05,59 minutos.

Destaque ainda para o 6º e 7º lugares conseguidos por Mariana Cunha (2.03,72 minutos) e Ema Conceição (2.04, 06 minutos), respetivamente, nos 200 livres, prova em que Gustavo Ribeiro também brilhou ao ser 5º na final com 1.53,46 minutos.

Nos 200 mariposa Kevins Apseniece foi 5º com 2.02,23 minutos, enquanto Maria Moura foi 7ª classificada (2.20,47 minutos).

Natação-26-01-2026

FPNatação

Portugal entrou a ganhar no Europeu de polo aquático com vitória sobre Roménia

Diz o provérbio que não há duas sem três, o que se aplica na perfeição à seleção nacional que se estreou com uma vitória no Campeonato da Europa de polo aquático que se joga no Funchal (Madeira).

Um triunfo importante frente à Roménia (12-7), o terceiro consecutivo em solo português, com a equipa liderada por Ferran Pascual a superiorizar-se em todos os períodos do encontro ao adversário (2-1, 2-1, 2-1 e 6-4).

“Não era nem foi um jogo fácil, pois a Roménia conhecia-nos perfeitamente, jogámos com elas no apuramento. Foi um jogo muito tático e muito físico, com muito um para um. Não foi muito fluído, mas de lutar, lutar, lutar. As meninas fizeram um esforço grandioso. Fizeram perfeitamente o que falámos antes, na palestra», disse Ferran Pascual, falando um pouco sobre a tática adotada para este jogo.

Um jogo difícil, com alguns nervos e pressão à mistura por ser a estreia, mas que as jogadoras portuguesas responderam positivamente, com Maria Machado (4 golos), Madalena Lousa e Beatriz Pereira (ambas com 3) a assumirem-se como as goleadoras da equipa das quinas.

Seguem-se dois adversários de peso, a começar já esta terça-feira com a Espanha e Hungria.

Ainda antes dos Países Baixos, atual campeã, estrear-se nesta competição, um grande jogo entre duas potências da modalidade e candidatas ao título Europeu (têm três títulos cada) no Funchal, com a Hungria a vencer a Espanha por 9-7, num duelo emotivo e que ficou decisivo a favor dos húngaros no quarto período (2-2, 2-3, 1-2 e 4-0).

Um grande resultado frente à seleção espanhola que, recorde-se, é campeã olímpica e vice-campeã mundial, por parte da seleção húngara, aquela que mais vezes subiu ao pódio em Europeus (ganhou 14 medalhas, 3 de ouro, 5 de prata e 6 de bronze).

A campeã em título não teve problemas em despachar a Grã-Bretanha por 14-4, ganhando vantagem nos dois primeiros períodos que depois foi gerindo (4-0, 5-0, 3-3 e 2-1).

Nos restantes jogos do dia, Israel não teve dificuldade em vencer a Suíça, ganhando vantagem importante nos dois primeiros períodos que foi suficiente até para deixar a Suíça empatar os dois últimos períodos (7-0, 9-1, 2-2 e 6-6).

Também a Grécia, quatro vezes vice-campeã (2010, 2012, 2018 e 2020) não teve dificuldade em impor-se frente à Eslováquia (24-7), mostrando superioridade em todos os momentos do encontro (8-1, 5-3, 7-1 e 4-2).

Jogo de emoções fortes foi o Sérvia-Turquia (9-8), com o resultado a ser discutido até ao último segundo e com a vantagem conseguida no segundo período a ser decisiva, pois os restantes terminaram sempre com um empate (2-2, 3-2, 3-3 e 1-1).

Também equilibrado foi o jogo que opôs a França à Alemanha (13-11), com os primeiros a entrar forte e, depois, a conseguir suster a réplica das germânicas (4-3, 4-1, 3-3 e 2-4). Foi o oitavo confronto entre ambas as seleções com clara vantagem para as gaulesas (7-1 em confrontos).

A Itália, quarta classificada no último Europeu mas já com cinco títulos no seu currículo (1995, 1997, 1999, 2003 e 2012), não teve dificuldade em impor-se perante a Croácia, por 24-12, no duelo que teve mais golos até ao momento, com a equipa liderada por Carlo Silipo a vencer todos os períodos do encontro (7-4, 6-3, 6-3 e 5-2).

 

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