O Sporting garantiu a presença na final da Taça de Portugal de hóquei em patins (masculino), ao vencer o CD Póvoa por 4-0, assegurando a oportunidade de revalidar o troféu conquistado na época passada.
O encontro começou equilibrado, com o Póvoa a mostrar-se organizado, atrevido q.b. e disposto a discutir o jogo. Ainda assim, foi o Sporting a assumir progressivamente o controlo, apesar de ter desperdiçado uma grande penalidade, com Danilo Rampulla a permitir a defesa adversária.
O argentino acabaria por redimir-se pouco depois, inaugurando o marcador num contra-ataque bem conduzido e finalizado, fazendo o 0-1. O golo trouxe tranquilidade aos leões e obrigou o Póvoa a arriscar mais, abrindo espaços que o Sporting soube explorar com eficácia.
À passagem do minuto 16, Nolito Romero assistiu Facundo Navarro para o 0-2, num lance de grande qualidade que reforçou a superioridade verde e branca. Já perto do intervalo, Rafael Bessa ampliou a vantagem com um remate de meia distância, fixando o 0-3 antes do descanso.
Na segunda parte, com o jogo controlado, o Sporting entrou mais pressionante e confortável, gerindo a vantagem e começando a pensar na final, sem abdicar de procurar mais golos. O quarto surgiu aos 38 minutos, por intermédio de Santiago Honório, com um remate potente de fora da área.
Triunfo seguro do Sporting, que segue para a final com ambição de voltar a erguer a Taça de Portugal, no encontro marcado com o Oquei de Barcelos, pelas 18h00 deste domingo em Tomar.
O Oquei Barcelos afastou (3.1) o Benfica numa partida que começou com grande intensidade e ambição de parte a parte, com ambas as equipas à procura do golo. O Benfica entrou mais pressionante nos minutos iniciais, embora tenha sido Conti Acevedo o primeiro guarda-redes a ser chamado a intervir. A primeira parte ficou marcada pelo equilíbrio absoluto: oportunidades em ambas as balizas, bolas nos ferros e exibições seguras dos dois guardiões.
Apesar de algumas situações de power play — duas delas para o Barcelos — o marcador não sofreu alterações antes do intervalo. A melhor oportunidade pertenceu à formação minhota, com Miguel Rocha a desperdiçar uma grande penalidade, permitindo a defesa de Acevedo, que travou também a recarga.
O equilíbrio manteve-se após o descanso, com as duas equipas muito encaixadas e sem conceder espaços. O nulo persistiu até aos 35 minutos, altura em que Carlitos desbloqueou o encontro com uma excelente iniciativa individual, culminada com um remate certeiro para o 1-0.
O Benfica reagiu e tentou assumir o controlo do jogo, mas encontrou um Barcelos muito organizado defensivamente e perigoso no contra-ataque. Foi precisamente numa dessas transições que surgiu o segundo golo, com Tato Ferruccio a finalizar com classe, após assistência de Luís Querido, rodando por trás da baliza para marcar ao segundo poste.
A nove minutos do fim, os encarnados intensificaram a pressão, mas continuaram a esbarrar na consistência defensiva do adversário e na segurança de Torrents. O Benfica relançou a partida a três minutos do final, com Pau Bargalló a reduzir na conversão de um livre direto.
Nos instantes finais, tudo se precipitou: Vieirinha viu cartão azul, deixando o Benfica em power play, e Edu Castro arriscou ao retirar o guarda-redes para jogar em 5×4. No entanto, uma perda de bola acabou por ser fatal para os encarnados, permitindo a Miguel Rocha, de baliza aberta, fixar o 3-1 final.
Benfica e Astro Stuart Massamá na final feminina
O Benfica confirmou os seus créditos e garantiu a presença na final da Taça de Portugal Feminina de hóquei em patins, ao vencer de forma clara a AD Sanjoanense/Delba por 4-0, na segunda meia-final da Final Four, disputada também em Tomar, benfiquistas que defrontarão a formação do Astro Stuart Massamá neste domingo, pelas 12 horas.
O Astro Stuart Massamá garantiu presença na final depois de vencer o Parede FC por 3-2, após prolongamento, num encontro equilibrado e emotivo


