Terça-feira 28 de Janeiro de 2020

I Liga – Benfica viaja até ao Funchal à 4ª jornada

© JCMyro 2018

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Passado que foi o “play off” para chegar à fase de grupos da Liga dos Campeões (onde vai arrecadar a “módica” quantia de mais de 40 milhões de euros), o Benfica vai voltar a atravessar o Atlântico, desta vez numa viagem mais curta até ao Funchal.

Este será, porventura, o jogo de maior incógnita para o resultado final, pelos motivos que se conhecem, face à “garra” madeirense e ao nome do adversário, com um Benfica psicologicamente em alta, que tem tempo para descansar da viagem a Salónica dado que o jogo é apenas no domingo (18h30).

A ronda número quatro começa esta sexta-feira, com o Chaves-Braga a ser o primeiro (19 horas) a que se seguirá o Guimarães-Tondela (21h15), sendo que uma “tripla” para a primeira partida seja a aposta teoricamente mais adequada (se bem que os bracarenses sejam um dos quatro líderes do campeonato) enquanto o Vitória de Guimarães parte com favoritismo de ter ido vencer o Porto na ronda anterior, contra tudo e contra todas as expectativas.

No sábado, Aves-Marítimo abre (16h30) a segunda parte desta ronda quatro, que contém ainda o Belenenses-Setúbal (à mesma hora), o Santa Clara-Boavista (18h00) e o Sporting-Feirense (21h00).

Nos três primeiros parece haver uma tendência para jogos equilibrados enquanto, no último, se defrontam outros dois dos líderes, pese embora o Sporting assuma o favoritismo, como tudo, à condição, até porque os homens de Vila da Feira querem manter-se no top.

No domingo, Rio Ave recebe (16h00) o Portimonense para um jogo onde tudo pode acontecer, seguindo-se (18h30) o Nacional-Benfica e o F. C. Porto-Moreirense (20h30) com clara tendência para os dragões, provavelmente ainda a sentirem-se “humilhados” pela derrota sofrida em casa na passada semana ante o Guimarães.

Nove jogos, três dias e, no final, logo se verá.

Entretanto, num primeiro balanço – e comparativamente com a época anterior – as três primeiras jornadas renderam mais golos do que em 2017/2018, o que é positivo.

Na primeira marcaram-se 28 golos (24 na época anterior), na segunda 30 (17) e na terceira 27 (28), o que é um bom augúrio se se mantiver esta tendência até final do campeonato.

E quanto a golos, Pizzi (Benfica) e Dyego Sousa (Braga), ambos com 4, seguem na frente dos melhores marcadores, com Nani e Bryan Rochez (Nacional) na cola, ambos com 3.

 

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