Quarta-feira 26 de Fevereiro de 2020

Portugal na fase final do europeu de Andebol

Peter Spark / FAP / PhotoReport.in

Peter Spark / FAP / PhotoReport.in

Depois de ter garantido o apuramento para a fase final, Portugal estreia-se, esta sexta-feira, na competição ao defrontar a “potente” formação da França, uma das candidatas ao título.

Depois de catorze anos de ausência de uma fase final (a última foi em 2006), os lusitanos vão ter oportunidade que formam uma equipa mais madura, muito superior ao que valiam na última presença e que tem qualidade para poderem fazer um “brilharete”, como nunca se viu!

Nesta sexta presença (entre as 14 edições da competição), Portugal – ante a França e a Noruega, a que se junta a Bósnia Herzegovina no grupo D – surge com uma equipa mais ou menos factor de surpresa que, como se sabe, pode suscitar alguma “apreensão” junto de franceses e noruegueses, porque em “coisas sérias” nunca se sabe o que pode acontecer.

Como ditou o sorteio, Portugal defronta a França na abertura do grupo, seguindo-se o jogo com a Bósnia (domingo) e a Noruega (terça-feira).

Por certo que os seleccionados escolhidos pelo técnico Paulo Pereira estão prontos para dar o melhor e honrar a camisola nacional e, quem sabe, poder voltar a vencer a França – como o fez na fase de qualificação – o que teria um sabor de belo efeito psicológico e um tónico de peso.

Alfredo Quintana, Humberto Gomes e Gustavo Capdeville (guara-redes); Rui Silva e Miguel Martins (centrais); Alexandre Calvacanti, Fábio Magalhães e André Gomes (laterais esquerdos); João Ferraz e Belone Moreira (laterais direitos); Diogo Branquinho e Fábio Antunes (ponta esquerda); Pedro Portela e António Areia (ponta direita); Tiago Rocha, Luís Frade, Alexis Borges e Daymaro Silva (pivôt’s) são os 18 magníficos jogadores da selecção nacional, que já se encontra na Noruega.

Enquanto os franceses se sagraram campeões europeus em 2006, 2010 e 2014), a Noruega foi 4ª em 2016 e Portugal tem como melhor um 7º lugar na edição de 2000, quer dizer, há dez anos. A Bósnia estreia-se e espera-se pela expectativa que foi criada com a sua presença.

No Grupo A estão as equipas da Croácia (2ª em 2008 e 2010), Bielorrússia, Montenegro e Sérvia (2ª em 2012).

No Grupo B, a Macedónia tem como melhor o 5º lugar (2012), a República Checa foi 6ª (1996 e 2018), a Áustria (9ª em 2010) e a Ucrânia (11ª em 2002).

No Grupo C, a Alemanha lidera (títulos em 2004 e 2016), a Espanha venceu em 2018, juntando-se a Letónia e a Holanda, ambas estreantes.

No Grupo E, a Dinamarca venceu (2008 e 2012), tendo a Rússia sido campeã em 1996, a Islândia foi 3ª em 2010 e a Hungria foi 6ª (em 1998).

No Grupo F, a Suécia é a mais titulada (quatro medalhas de ouro com vitórias em 1994, 1998, 2000 e 2002), a Eslovénia foi 2ª (2004), a Polónia foi 4ª (2010) e a Suíça foi 12ª (2004).

Resta esperar que a “sorte proteja os audazes” dos “tugas”!

 

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