O FC Porto venceu o Barcelona (3-1), este domingo, na final realizada em Coimbra, e conquistou a WSE Champions League, pela quarta vez, sucedendo ao OC Barcelos como campeão europeu de clubes.
A formação orientada por Paulo Freitas entrou muito forte em rinque e aproveitou cedo uma situação de superioridade numérica, após cartão azul mostrado a Marc Grau. Numa jogada de dois para um, Gonçalo Alves assistiu Rafa para o primeiro golo da partida, estavam decorridos apenas dois minutos.
O conjunto portista manteve a intensidade e voltou a marcar seis minutos depois. Gonçalo Alves rematou fortíssimo do meio-rinque, bola que acabou desviada para o fundo da baliza adversária (2-0), resultado com que as equipas recolheram aos balneários.
O Barcelona reagiu no início da segunda parte e reduziu através de Ignacio Alabart, na conversão de uma grande penalidade, relançando a discussão da final.
O golo animou o Barça, mas apesar da pressão catalã nos minutos seguintes, o FC Porto conseguiu controlar o encontro e voltou a ampliar a vantagem, a cinco minutos do término da partida, quando Telmo Pinto fez o 3-1 que confirmou o triunfo azul e branco e a conquista do título europeu.
Para Paulo Freitas, treinador do FC Porto, em declarações prestadas, referiu que “fazia parte do plano de jogo entrar fortes. Sabíamos da muita qualidade do outro lado, depois de duas vitórias tremendas frente a adversários muito difíceis, e tínhamos de começar fortes, ser disciplinados defensivamente, solidários, fazer boas transições e ser agressivos no ataque organizado.
Fizemos uma primeira parte fantástica e uma segunda mais equilibrada, mais disputada, mas isso também faz parte do caminho para a vitória. Esta conquista é um momento de enorme satisfação; trabalhámos muito para que acontecesse e agora é voltar ao trabalho para o que falta, porque o melhor está sempre por vir.
Ganhar é fantástico e vencer finais é maravilhoso; ter ajudado o FC Porto a conquistar mais um troféu para o museu é fantástico – é por isso que lutamos todos os dias, para oferecer títulos aos nossos adeptos”.
Esneca Fraga venceu o Benfica (4-1) na final da Liga dos Canpeões
A formação espanhola entrou melhor na final e adiantou-se cedo no marcador, aos cinco minutos, por intermédio de Adriana Soto. O Benfica procurou assumir o controlo do jogo e criou várias oportunidades para chegar ao empate, mas encontrou pela frente uma defesa espanhola sólida e uma exibição segura das guarda-redes do Fraga.
Ainda antes do intervalo, o conjunto espanhol ampliou a vantagem novamente por Adriana Soto, colocando maior pressão sobre as encarnadas para a segunda metade.
O Benfica aumentou a intensidade ofensiva após o descanso e dispôs de ocasiões importantes para reduzir, incluindo um livre direto e uma grande penalidade, mas não conseguiu ser eficaz nos lances de bola parada.
As águias acabaram por marcar já na reta final, por Sara Roces, em situação de superioridade numérica, relançando momentaneamente a discussão do resultado. No entanto, o Fraga respondeu pouco depois e voltou a ampliar a vantagem por Maria Sanjurjo, selando o resultado nos 4-1.
Para Paulo Almeida, treinador do clube da Luz “o Benfica entrou bem. O Fraga ainda não tinha feito nada até ao primeiro golo, mas foi eficaz e marcou com alguma felicidade. Depois controlou o jogo, mostrou paciência e voltou a ser eficaz no 2-0. Na segunda parte tínhamos de ser mais calmos e pacientes à procura do 2-1. Mas o momento decisivo do jogo foram as bolas paradas: não conseguimos marcar e, a partir daí, senti a equipa ansiosa. O 3-1 e depois o 4-1 abalaram-nos, e tenho de dar os parabéns ao Fraga porque foi mais eficaz. O Benfica estava preparado para este jogo; hoje o Fraga foi melhor e venceu com mérito. Ainda assim, quero felicitar também a minha equipa pelo excelente percurso até esta final”.



