Domingo 23 de Fevereiro de 2020

Portugal e Espanha em mais uma final

Portugal vs arg meia final 2017

DR / FPP

Ao golear (5-0) a Argentina – que fez a vida negra na fase de grupos, tal como a Itália – Portugal assentou arrais na final do 43º mundial de hóquei em patins, que este sábado termina em Nanjing (China), regressando à ribalta e na expectayi9va de fazer de 2017 mais um ano de ouro, depois de 2003, quando se sagrou campeão mundial da última vez.

Frente aos argentinos – e cientes do que se verificara antes – a formação lusa encarou este jogo de forma mais objectiva, melhor organizada, mais ritmada, ao contrário dos argentinos que se sentiram, “pequenos” depois de terem sido “grandes”, saindo por “baixo”, não só por culpa da equipa das quinas mas também porque o conjunto das pampas não conseguiu dominar a ansiedade que era voltar a jogar com Portugal.

O primeiro tempo do jogo foi isso mesmo, se bem com uma supremacia lusa, que podia ter marcado mas que não teve arte nem manha – ou falta de sorte também – para o conseguir.

Na segunda parte, uma grande penalidade a favor de Portugal começou a dar expressão à supremacia lusa, com Reinaldo Ventura (6’) a rematar sem defesa.

Aberto o caminho dos golos, Hélder Nunes (14 e 21’) confirmou que Portugal estava na rota para a final, que foi confirmada ainda por Reinaldo Ventura (23’) e o mesmo Hélder Nunes (24.55’, a cinco segundos do final) fechou a contagem com um hat-trick, tornando-o no herói da noite.

De consagração final no último dia, este sábado, quando “obrigar” a Espanha a “subjugar-se” aos melhores do mundo.

Na outra meia-final, a Espanha venceu (4-0) a Itália, com mos italianos a discutirem com a Argentina o terceiro e quarto lugar, ou seja, o bronze e o que ficar a seguir mas sem medalha.

Para o 5º e 8º lugar, a Colômbia venceu (3-2, por grandes penalidades) o Chile e Angola derrotou (6-3) a congénere de Moçambique. Este sábado, Colômbia e Angola discutem o 5º e 6º lugar e Chile e Moçambique o 7º e o 8º.

Para os 9º e 16º lugar, a Alemanha venceu (8-1) a Áustria e a França derrotou (9-2) a Holanda, com a Alemanha a defrontar a França (9º e 10º) e Áustria e Holanda jogam para o 11º e 12º.

Para o 13º e 16º, Macau venceu (10-9, por grandes penalidades) o Egipto e a África do Sul derrotou (6-3) os Estados Unidos, com Macau a jogar (este sábado) com a África do Sul para o 13º e 14º e p Egipto e os Estados Unidos a jogarem para o 15º e 16º.

Na Taça das Confederações, jogou-se a última jornada com os seguintes resultados: Japão, 5 – Nova Zelândia, 1, Austrália, 6 – Taiwan, 0 e Índia, 2 – Israel, 8.

Equipas que ocupam os últimos seis lugares da classificação geral, com Israel em 17º, Índia (18º), Japão (19º), Austrália (20º), Taiwan (21º) e Nova Zelândia (22º).

Como notas integrantes, o facto de cincoárbitros portugueses terem dirigido jogos neste mundial, como foram os casos das parelhas Joaquim Pinto/Paulo Rainha, Miguel Guilherme/Luis Peixoto e Rui Torres, que fez equipa com o francês Xavier Bleuzen.

Portugal e Itália são as equipas totalistas em todas as edições (43), seguindo-se a Espanha (41), Alemanha (36), Holanda (34), França (33), Argentina (30), Estados Unidos (25) e Chile (24). Angola marcou a 18ª presença e Moçambique a 12ª.

Este ano verificou-se a estreia de Israel e do país organizador, Taiwan.

Agora é só esperar pelas 11h30 deste sábado (RTP1) para se ver o jogo que pode fazer virar a história deste mundial a favor de Portugal, ante a Espanha.

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