Quarta-feira 24 de Setembro de 2656

“Estrelinha” e Odysseas deram 37 milhões de euros ao Benfica na Liga dos Campeões

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UEFA / Christian Kaspar-Bartke

O Benfica, a par de uma estrelinha salvadora, bem colada ao guardião Odysseas, conseguiu ultrapassar um turbilhão de emoções que se colocou, na noite desta terça-feira, na Holanda, que levou para o Estádio da Luz um pacote de 37 milhões de euros com o apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões.

Jogando com apenas dez jogadores durante cerca de uma hora, o objectivo foi concretizado com uma soberba exibição do guardião Odysseas que, como se recorda, não foi o melhor em campo no jogo de há oito dias, em Lisboa, quando o Benfica venceu (2-1), o que criou algum “frisson” junto dos adeptos benfiquistas, jogador que então também fora o melhor em campo.

A verdade é que, apesar disso, de ter ainda jogado com dez elementos após a expulsão (duplo amarelo) de Veríssimo (8 e 32’), a equipa vestida de branco não se deu por vencida e manteve a vantagem alcançada na primeira mão (2-1), o que valeu seguir em frente e aliviar a tensão (financeira e não só) que se vivia para os lados do Bairro de Benfica.

O PSV dominou poe completo a partida, com 21-4 em remates, dos quais 8-1 para a baliza, numa vantagem de posse de bola de 73/27%, que não resultou nada positivo para os holandeses, porquanto o Benfica não deixou.

Odysseas foi o grande responsável por tudo isso (podia ter sofrido 4 a 5 golos, a que corresponderam defesas de grande recorde técnico, velocidade de movimento e atenção e concentração extrema) ao salvar tudo, ao mesmo tempo que a defesa benfiquista, funcionando em bloco, qual muro de cimento armado, bloqueou todos os restantes remates que podiam ter chegado à baliza.

As oportunidades dos holandeses foram muitas, flagrantes, mas os ventos não estavam com os homens do PSV, ansiosos de mais para dar a volta ao jogo, ainda que se soubesse que só podiam seguir em frente se marcassem dois golos, dado que as regras de desempate foram alteradas e os golos fora deixaram de valer por dois como antes acontecia.

Com o empate alcançado na Holanda, Rui Costa, por certo, saiu mais reforçado na liderança do Benfica – que terá eleições a curto prazo – se bem que o processo, neste momento, ainda não tenha um alinhamento preciso.

Foi bom para o Benfica (37 milhões de euros é uma cifra que chega num momento altamente deficitário no clube da Luz) e para Portugal, que vai apresentar três equipas (mais o Sporting e F. C. do Porto) na Liga dos Campeões nesta época de 2021/2022.

 

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