Quarta-feira 17 de Janeiro de 2266

Um Benfica-Sporting num derby nacional com vista para a … Covid-19

128106419_10157740604437643_1766596747684545171_nNão é o primeiro em tempo de pandemia mas o Benfica-Sporting desta sexta-feira surge numa altura em que se agravam os atritos que ao desporto dizem respeito, considerando que, como se tem visto e em relação ao Futebol, não há dia que surja mais uma “desgraça”.

Desta vez foi um jogador do Belenenses SAD que trouxe a última variante “Ómicron” da África do Sul, que afectou não só a equipa de Lisboa como, também, ao que parece, o Sporting, Tondela e mais gente.

Covid-19 que obrigou o governo a recuperar parte das medidas antigas que levam a reduzir a lotação dos estádios, numa altura em que todos se preparavam para obter mais receitas por força de ter mais público. Mais um presente “envenenado”.

Desde que a “task force” do Almirantado foi encerrada, foi tudo à fartazana, o desleixamento foi aumentando e, agora, as portas voltam-se a fechar. Há gente que nunca mais aprende a lição anterior e deixa que a “barca” entre numa deriva, de cujos resultados futuros nada se sabe, apesar dos distintos cientistas continuarem a lembrar, consecutivamente, que não se pode abrandar quando a “guerra” (contra o vírus) ainda não está ganha.

Um ligeiro hiato de tempo e tudo se transformou. No que a população também é responsável, porque não pensa, não ouve e não quer saber!

Nos leões, a “pancada” é mais forte porquanto Coates teve um caso positivo e não se apresenta esta noite no Estádio da Luz, em especial por ter sido, nos últimos jogos, um central que defende quase tudo e, na parte contrária, o defesa que mete mais golos, mercê da sua estatura física aliada a uma agilidade e força que tem dado várias vitórias ao clube de Alvalade.

Na questão das baixas, existem nas duas formações.

Mas isso não acrescenta nem retira credibilidade a qualquer delas, que se apresentam no relvado das águias na procura de conquistarem os três pontos, sem dúvida o mais importante, o que dependerá não só do factor físico-técnico de cada jogador, numa táctica definida pelos respectivos treinadores.

A isto junta-se o factor sorte, com maior ou menor predominância consoante o decorrer do jogo, em função do tempo de jogo e de quem pode marcar primeiro, aceitando-se que este factor pode condicionar qualquer das equipas.

O que é líquido é que o Benfica está a um ponto do Sporting, emparelhado ao F. C. do Porto na primeira posição, portistas que jogam antes (19h00) numa lógica meramente financeira (transmissão televisiva individualizada) mas falha de ética desportiva, como facilmente se verifica, ainda que este sistema possa ocorrer em várias países, até porque Portugal “copiou” o que existia no estrangeiro, porque foram os primeiros a avançar com este processo.

Neste aspecto, pode dizer-se que os benfiquistas e sportinguistas podem entrar em campo algo “condicionados” pelo resultado obtido pelos homens de Sérgio Conceição, mormente se o F. C. Porto vencer.

Para já, a única certeza é que apenas um ponto separa o Benfica do Sporting (21h15) e do F. C. Porto.

De resto, cerca das 23 horas conheceremos o pódio da Liga Bwin após a 13ª jornada (azar para quem?), considerando que o Sporting de Braga (4º) está a nove pontos.

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