Vanina Guerillot foi 45ª classificada na prova de Slalom dos Jogos Olímpicos de inverno Milão Cortina 2026, terminando as duas mangas com o tempo combinado de 1.55,14 minutos.
A esquiadora portuguesa tinha sido 52ª no final da primeira manga com o tempo de 53,48 segundos. Na segunda manga completou o traçado em 1.01,66 segundos, levando no total mais 16,04 segundos que a nova campeã olímpica, a americana Mikaela Shiffrin (1.39,10). Camille Rast, da Suíça, e Anna Swenn Larsson completaram o pódio com a prata e o bronze, respetivamente. Das 95 esquiadoras inscritas à partida, 53 completaram com sucesso as duas mangas.
O balanço da prova e da segunda presença olímpica foi feito pela própria: “Fiquei muito contente com a minha primeira manga, mas extremamente desiludida com o resultado. Não esquiei bem na segunda manga, mas isso faz parte do desporto. De qualquer forma, estou muito feliz por ter participado nos meus segundos Jogos Olímpicos em Cortina, e é uma experiência que guardarei para sempre na memória”.
Vanina Guerillot melhorou assim a sua prestação nesta disciplina face à anterior edição Pequim 2022, em que não tinha completado a prova. Já no Slalom Gigante a jovem portuguesa fez história, ao alcançar a melhor classificação feminina de sempre na disciplina, com o 41º lugar.
Com o final do Slalom Gigante feminino termina a presença competitiva portuguesa na competição. No entanto até domingo ainda há outras modalidades que concluem o calendário e o pano fecha-se em definitivo com a Cerimónia de Encerramento que irá acontecer na Arena de Verona a partir das 19 horas.
O espetáculo promete uma sucessão de histórias que revelam ao mundo a criatividade, paixão e inovação que define a identidade italiana, enquanto celebrará os atletas e os momentos de excelência desportiva.
Noruega aumentou vantagem nas medalhas
A formação norueguesa chegou às 33 medalhas conquistadas, atingindo 15 de ouro, 8 de prata e 10 de bronze, com a Itália e os Estados Unidos da América a fecharem o pódio.
Os italianos somam 26 (9 de ouro, cinco de prata e 12 de bronze), enquanto os EUA estão nas 24 (7-11-6).
Seguem-se França, com 17 (6-7-4) e os Países Baixos, com 15 (6-7-2).

