Terça-feira 07 de Julho de 2026

“Fazer o que nunca foi feito” no Mundial de Futebol!

Dia 6 de julho de 2026. Um dia como os outros, num calendário que está anualmente padronizado. Passou a ser mais um dia na História do Futebol nacional, de “fazer o que nunca foi feito”.

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Em especial, lembrar o que nunca mais será feito para que Cristiano Ronaldo seja consagrado como campeão mundial, depois de uma carreira de mais de vinte e cinco anos (seis campeonatos do mundo) a alavancar Portugal pelo mundo inteiro.

Não importa – apesar do “barulho” da derrota frente à Espanha (nos oitavos de final) – o que se viu (TV), ouviu (Rádio) ou leu nos jornais e outras publicações, desportivas ou generalistas, porque todos os fatores foram analisados sob os vários pontos de vista, de ângulos superiores ou inferiores, de vetores socioprofissionais, de emergências ou imergências, de dentro para fora ou de fora para dentro, porquanto as verdadeiras razões não terão as leituras éticas, transparentes ou de integridade que a situação requer, pelo menos sobre as conclusões.

Os intocáveis, os destacáveis ou outros “stakeholders” – com “skilles” ou não – não serão revelados por questões de ordem deontológica (se existirem), porquanto os fumos que ainda pairam nos céus (e o país ainda está a “arder” com a derrota) vão desaparecer rapidamente, tanto mais que o próprio selecionador nacional adiantou que o “meu contrato terminou hoje (ontem)”, abrindo caminho (que não era de agora) para que o próximo se conheça em breve, pelo menos a ter em conta o que veio a lume, com Jorge Jesus a ser um dos candidatos.

Sobre o jogo e no que respeita a um dos fatores (estatísticas – que valem o que valem, tendo em conta os vários prismas associados), a Espanha dominou em todos os setores: mais remates (15-9), dos quais 6-3 para a baliza, numa posse de bola de 56/44%, pelo que o 1-0 se justificou.

Mais do que alinhar algumas palavras para demonstrar que Portugal não esteve bem (num jogo mais do que decisivo manteve Cristiano Ronaldo na equipa), talvez seja bom verificar o que tem sido o “mata mata” de todas as equipas nacionais desde o início estrelado, mas que ao longo do tempo, foi ficando sem brilho, por vezes por falhas próprias e, noutras, porque alguém “mexia” cordelinhos por detrás para “entravar” fosse o que fosse.

O exemplo mais recente vem do encontro onde (não se sabe o porquê) o selecionador fez sair o 7 antes do jogo terminar que, como a gente viu, causou um mau estar no próprio jogador. Um “fogo” que não deu muita chama, mas não marcou nada. E a saída teve a ver com a entrada de um outro jogador que marcou o golo do apuramento de Portugal para os oitavos de final.

Porque é que, nesta segunda-feira, o selecionador não fez o mesmo, ainda mais cedo, para tentar dar uma maior segurança à equipa, porquanto Ronaldo não estava a corresponder à responsabilidade e às necessidades da equipa no encontro?

Isto é o que fica para responder, quiçá num cofre bem fechado para todo o sempre, aliás como se passou com outras situações verificadas anteriormente.

E a prova da desorientação foi dada segundos antes do golo da Espanha, quando Bernardo Silva fez falta sobre o atacante, foi-lhe mostrado um cartão amarelo, os espanhóis marcaram o livre rapidamente e Merino passeou pelo corredor aberto pelos centrais para chegar frente a Diogo Costa – que foi o melhor jogador português em campo (quiçá o melhor das duas equipas) – que saiu a fechar o angulo, mas não foi feliz e sofreu o golo que “mata-mata” Portugal. Tristemente!

Estava escrito nas estrelas! A esperança existe, mas tem de ser trabalhada, praticada!

Como dizia o grande Mestre Moniz Pereira “a sorte dá muito trabalho”! Que o diga o primeiro campeão olímpico do desporto português!

Fica o amargo de boca e as lágrimas na face de Cristiano Ronaldo, que referiu: “Sinto-me normal, triste por sair desta maneira do Mundial. Mas, como disse na véspera, dei o meu melhor e saio com a consciência tranquila. Essa é a vida de um jogador de futebol. Às vezes, ganhamos, outras perdemos e precisamos continuar. A verdade é que foi o meu último Mundial”.

Quartos de final completam-se nesta terça-feira

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Esta segunda-feira acordou (em termos de Portugal Continental) com o início do primeiro dos últimos três jogos dos oitavos de final, para definir a composição do alinhamento das equipas que seguem para os quartos de final.

De madrugada, os Estados Unidos da América foram goleados pela a Bélgica por 1-4.

Pelos “Os Diabos Vermelhos ” marcaram: De Ketelaere (9′, 33′), Vanaken (57′) e Lukaku (90+3), pelos equipa amaricana, Malik Tillman (31′).

No embate dos quartos de final, a Bélgica vai encontrar a Espanha, dia 10 julho pelas 20h.

Pelas 17 horas, a Argentina joga com o Egipto – que está pela quarta vez no mundial (1934, 1990, 2018 e 2026), sendo a primeira vez que chegou aos oitavos de final, porquanto nas três primeiras edições não passou da fase de grupos, pelo que bateu o recorde absoluto – numa partida que está a ser aguardada com expetativa, porquanto pode surgir como o “tomba gigantes” inesperado.

Às 21 horas, será a vez do Suíça-Colômbia, com os suíços a somarem a 13ª presença, tendo como melhor classificação os quartos de final em 1934, 1938, 1954 e os oitavos de final em 2022, querendo, por certo, avançar até aos quartos.

A Colômbia soma sete presenças, tem como melhor os quartos de final de 2014, fazendo pontaria, com naturalidade, pelo menos, para chegar ao mesmo lugar

Nos melhores marcadores, Messi (Argentina), Mbappé (França) e Haaland (Noruega) seguem no comando com 7 golos, seguidos do britânico Harry Kane, com 6.

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