Com 17 presenças no Mundial, a França – que se sagrou campeã por duas vezes (1998 e 2018) – apresentou-se, desde o início da competição, como um candidato ao título, como também tem acontecido no Europeu, pelo que pode partir para o jogo desta quinta-feira como favorito.
Uma situação que, de forma global, pode ser alargada às oito equipas que chegaram, com o devido mérito, a esta fase, sabendo-se que “prognósticos só no final” porque não há vencedores antecipados.
Recordando os tempos de 2022, os azuis saíram vitoriosos nas meias-finais do mundial do Catar, “empurrando” os marroquinos para a quarta posição, que foi a melhor de sempre desde que os norte-africanos se estrearam (1970), o que, numa primeira linha, se poderá pensar de uma putativa “desforra” de há quatro anos.
Noutra vertente, “corre” a França para alcançar a que poderá ser a terceira final, o que, a acontecer, colocaria os franceses como a segunda equipa europeia a fazê-lo, o que é um sinal objetivo, restando saber o que vai passar mais logo (21 horas) em Boston.
O percurso de Marrocos até agora foi um pouco mais acidentado, mas a equipe de Mohamed Ouahbi demonstrou muita qualidade e espírito de luta na sua terceira participação consecutiva do Mundial.
De resto, a equipe que sair vitoriosa avançará para a semifinal em 14 de julho (Dallas), onde enfrentará a Espanha.
Para aguçar o apetite, registe-se que o francês Mbappé (7 golos) continua com o foco em ser o melhor marcador da competição, pelo que vai ser o primeiro a ser posto “à prova”, para se manter por perto de Lionel Messi (Argentina), que tem 8 golos, Haaland (Noruega), com 7 golos também e o britânico Harry Kane, com 6.
Diogo Costa é (ainda) o melhor guarda-redes
Com a pontuação de 8,90, o guardião luso Diogo Costa comanda o grupo dos melhores goleiros, de acordo com o veiculado pela FIFA no respetivo site.
“A atuação do goleiro português é um dos exemplos mais claros de um goleiro que se destaca mesmo quando o time perde. Costa fez cinco defesas contra a Espanha em seis chutos ao golo e evitou 15 golos. Portugal perdeu por 1 a 0, mas o placard permaneceu apertado porque Costa lidou repetidamente com as ameaças diretas. Ao longo de seus cinco jogos, Costa defendeu 19 de 23 tentativas, totalizando 69 golos evitados” – acrescentou ainda a informação.
Na segunda posição está o suiço Gregor Kobel (8,22) e a fechar pódio o norueguês Orjan Nyland (7,57).



